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Cinco meses de negociação e nenhum acordo: SINDESC RS reforça disposição para o diálogo e convida empresas a negociarem diretamente com o sindicato

Após mais de cinco meses de negociações sem avanço com o SESCON RS, o SINDESC RS reafirma que permanece aberto ao diálogo e convida as empresas de contabilidade interessadas em conhecer a proposta da categoria e construir soluções negociadas a entrarem em contato diretamente com a entidade. Enquanto isso, desde 1º de março, data-base da categoria, milhares de trabalhadores seguem aguardando a conclusão da Convenção Coletiva 2026/2027, em razão do impasse nas negociações com a representação patronal estadual.

Há mais de cinco meses, o SINDESC RS busca construir uma solução negociada para a Convenção Coletiva de Trabalho 2026/2027 dos empregados em escritórios de contabilidade do Rio Grande do Sul. Desde o início das tratativas, o sindicato afirma ter mantido uma postura de diálogo, apresentando propostas, revendo sua pauta de reivindicações e cedendo em diversos pontos para aproximar as posições.

Para a direção do SINDESC RS, o principal entrave continua sendo a resistência do SESCON RS em avançar para um entendimento. Segundo a entidade, mesmo após a apresentação de uma contraproposta que reduziu significativamente a distância entre as partes, a representação patronal permanece sem aceitar um acordo.

“O SINDESC fez aquilo que se espera de uma entidade comprometida com o diálogo: sentou à mesa, negociou, cedeu e buscou construir um entendimento. A diferença que hoje separa as propostas é muito pequena em termos financeiros e não justifica que milhares de trabalhadores permaneçam sem uma convenção coletiva definida”, afirma o presidente do SINDESC RS, Luiz Fernando Branco Lemos.

Segundo o sindicato, o valor que ainda separa as propostas representa apenas R$ 34,50 mensais para os trabalhadores que recebem o piso da categoria, o equivalente a cerca de R$ 1,15 por dia ou R$ 0,16 por hora. Na avaliação da entidade, trata-se de um impacto reduzido para as empresas, mas significativo para quem depende do salário para sustentar a família.

Impasse amplia preocupação com a valorização da profissão

Para o SINDESC RS, o problema vai além da negociação salarial. A entidade avalia que a dificuldade em reconhecer economicamente os profissionais da contabilidade acaba reforçando um cenário mais amplo de desvalorização da categoria, justamente em um momento em que o setor enfrenta dificuldades crescentes para atrair e reter trabalhadores qualificados.

Entre os fatores que preocupam o sindicato estão o envelhecimento da força de trabalho, a redução do interesse dos jovens pelo curso de Ciências Contábeis, a concorrência com áreas como tecnologia, finanças e mercado digital, a alta rotatividade, o aumento das exigências técnicas, a sobrecarga de trabalho, a deficiência na formação prática e a falta de planos de carreira. Soma-se a isso a baixa atratividade salarial no início da profissão, apontada como uma das razões para o afastamento de novos talentos da área.

Na avaliação do sindicato, manter uma postura de resistência diante de uma diferença financeira tão pequena acaba transmitindo um sinal negativo ao mercado e aos profissionais.

“A categoria enfrenta um mercado cada vez mais complexo, com novas tecnologias, mudanças constantes na legislação, aumento das responsabilidades e da cobrança por qualificação. Valorizar esses profissionais não é apenas uma questão de justiça; é também uma necessidade para garantir o futuro dos próprios escritórios de contabilidade”, destaca Luiz Fernando.

O diálogo continua sendo a prioridade

Apesar do impasse, o SINDESC RS afirma que continuará apostando no diálogo como instrumento para a construção de uma solução equilibrada.

A entidade ressalta que já fez concessões importantes durante as negociações justamente para viabilizar o fechamento da Convenção Coletiva e espera que o SESCON RS também demonstre sensibilidade diante dos anseios da categoria.

“O que defendemos é uma convenção coletiva construída com bom senso, respeito e valorização das pessoas. Ainda acreditamos que é possível chegar a um entendimento, mas isso depende de uma decisão da representação patronal de dar o último passo para que o acordo aconteça”, reforça o presidente.

Empresas podem procurar diretamente o SINDESC RS

Reforçando sua disposição permanente para o diálogo, o SINDESC RS informa que as empresas de contabilidade interessadas em conhecer detalhadamente a proposta apresentada pelo sindicato ou em discutir alternativas para a celebração de acordos podem procurar diretamente a entidade.

O contato pode ser feito com o secretário-geral Rodrigo Fonseca, pelo WhatsApp (51) 98150-5543 ou pelo e-mail [email protected].

Para o SINDESC RS, ampliar o diálogo com as empresas é uma forma de contribuir para a construção de uma Convenção Coletiva que fortaleça o setor, valorize os profissionais e ofereça segurança para todos os envolvidos.

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Direção da FECOSUL reforça mobilização pelo fim da escala 6×1 e define agenda de ações

A direção geral da FECOSUL reuniu-se na manhã desta quinta-feira (6) para debater temas estratégicos da entidade, com destaque para a retomada da mobilização em defesa do fim da escala 6×1, cuja tramitação deverá voltar à pauta do Senado na próxima semana.

Durante a reunião, os dirigentes reforçaram a importância de ampliar a participação dos trabalhadores e das entidades sindicais nas atividades programadas para pressionar pela aprovação da proposta. Em Porto Alegre, a mobilização está marcada para segunda-feira (10) às 7h30, com concentração em frente à Estação Rodoviária. Em seguida, os participantes realizarão uma caminhada pelas ruas centrais da capital, encerrando a atividade com um ato público no Centro da cidade.

Outro tema de destaque foi a organização da Plenária Estadual da FECOSUL, que acontecerá no dia 27 de agosto e deverá reunir mais de 140 dirigentes sindicais de todo o Rio Grande do Sul. O encontro terá como pauta o cenário eleitoral, a campanha pelo fim da escala 6×1, a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) e os impactos da pejotização no setor do comércio e serviços.

Na área das negociações coletivas, o assessor jurídico da Federação, Dr. Joelto Frasson, apresentou um informe sobre o andamento das campanhas salariais e as medidas que a FECOSUL pretende adotar para destravar os processos de negociação em diferentes categorias.

Ao final da reunião, a direção também recebeu informes sobre as negociações conduzidas junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT) envolvendo as Lojas Colombo, além das tratativas realizadas com as empresas Farmácias São João e Carrefour, voltadas ao encaminhamento de demandas apresentadas pelos trabalhadores.

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FECOSUL se reúne com direção das Farmácias São João para discutir demandas dos trabalhadores

A FECOSUL realizou, na tarde desta terça-feira (4), uma reunião virtual com a direção das Farmácias São João para debater uma série de demandas apresentadas pelos trabalhadores da empresa. O encontro tratou de temas relacionados às condições de trabalho, benefícios e negociações coletivas.

Entre os principais assuntos discutidos esteve a implementação da escala de trabalho 5×2, que vem sendo adotada pela empresa. A Federação destacou a necessidade de ajustes no novo modelo, especialmente em razão da extensão da jornada diária, que tem gerado dificuldades para trabalhadores que conciliam o emprego com os estudos ou que dependem de horários compatíveis com o funcionamento de creches. A empresa informou que irá avaliar as questões apresentadas.

Outro ponto da pauta foi o pedido de reajuste do vale-alimentação. Os trabalhadores reivindicam a equiparação do benefício ao valor pago aos empregados da matriz da empresa. Atualmente, os funcionários das unidades recebem R$ 350,00, enquanto os trabalhadores da matriz têm direito a R$ 480,00.

Durante a reunião, também foi discutida a possibilidade de celebração de um acordo coletivo de trabalho entre a FECOSUL e as Farmácias São João. A proposta busca assegurar a renovação das cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), além de garantir o reajuste salarial da categoria.

Ao final do encontro, a direção da empresa informou que analisará a pauta de reivindicações apresentada pela Federação. Um novo encontro entre as partes ficou agendado para ocorrer dentro de 15 dias, quando as negociações terão continuidade.

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Direção da FECOSUL debate fim da escala 6×1 com deputada federal Daiana Santos

A direção da FECOSUL (Federação dos Empregados no Comércio de Bens e de Serviços do Rio Grande do Sul) reuniu-se nesta terça-feira (4) com a deputada federal Daiana Santos para discutir estratégias de mobilização em defesa da aprovação, no Senado Federal, da proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1.

O encontro teve como foco o fortalecimento da articulação política em torno da pauta, considerada uma das principais reivindicações da classe trabalhadora brasileira. A expectativa é intensificar as ações nas próximas semanas, com a retomada dos trabalhos legislativos no Congresso Nacional.

De acordo com o presidente da FECOSUL, Guiomar Vidor, a mobilização será ampliada a partir do dia 10 de agosto, quando Câmara dos Deputados e Senado retomam suas atividades.

“Com a retomada dos trabalhos na Câmara e no Senado, no próximo dia 10, vamos intensificar as mobilizações para que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, coloque em votação e o Senado aprove o fim da escala 6×1. Essa é uma reivindicação da maioria da população e da classe trabalhadora brasileira”, afirmou.

A reunião reforçou o compromisso da FECOSUL e da deputada Daiana Santos com a construção de uma jornada de trabalho mais justa, valorizando a qualidade de vida dos trabalhadores e trabalhadoras e fortalecendo a mobilização para que a proposta avance no Senado Federal.

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Trabalhadores se mobilizam para criação de comitê em apoio à pré-candidatura de Daiana Santos

Trabalhadores e lideranças sindicais se reuniram nesta quarta-feira (22) para discutir a criação do Comitê dos Trabalhadores e Trabalhadoras em apoio à pré-candidatura de Daiana Santos (PCdoB) à Câmara dos Deputados. O encontro reuniu representantes de diferentes entidades do movimento sindical, entre elas a CTB, UGT e Força Sindical.

A iniciativa busca fortalecer a participação da classe trabalhadora no debate político e ampliar a mobilização em defesa de direitos sociais e trabalhistas.

Durante a reunião, foram debatidas pautas de interesse dos trabalhadores e a importância da organização e da participação do movimento sindical na construção de um projeto político comprometido com a valorização do trabalho e a melhoria das condições de vida da população.

A criação do comitê representa um espaço de articulação entre trabalhadores e lideranças sindicais, com o objetivo de fortalecer a defesa de uma agenda que contemple temas como a redução da jornada de trabalho, o fim da escala 6×1, a geração de empregos de qualidade e a garantia de direitos.

Daiana Santos tem atuado no Congresso Nacional em pautas relacionadas ao mundo do trabalho. A deputada é autora do PL 67/2025, que propõe a redução da jornada para 40 horas semanais e dois dias consecutivos de descanso remunerado. O tema também vem sendo defendido pelo movimento sindical como uma das principais reivindicações da classe trabalhadora.

Matéria: Daiana Correia

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FECOSUL considera positiva nova portaria que fortalece a negociação coletiva para o trabalho aos feriados

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, assinou nesta terça-feira a Portaria nº 1.316, que regulamenta o trabalho aos feriados nos setores do Comércio e Serviços. A medida põe fim à polêmica gerada pela Portaria nº 671/2021, que havia liberado de forma ampla o trabalho no comércio durante os feriados, contrariando o artigo 6º-A da Lei nº 10.101/2000, que exige autorização por meio de convenção coletiva.

Para a Federação dos Empregados no Comércio e Serviços do Rio Grande do Sul (FECOSUL), a nova regulamentação representa um avanço para a garantia dos direitos dos trabalhadores e para o fortalecimento da negociação coletiva, além de proporcionar maior segurança jurídica às relações de trabalho.

O presidente da FECOSUL e vice-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), Guiomar Vidor, avaliou positivamente a publicação da nova portaria. Segundo ele, o texto construído a partir do entendimento entre as representações de trabalhadores e empregadores alcançou o equilíbrio necessário para atender aos interesses da sociedade e respeitar a legislação trabalhista.

“A proposta construída pelas bancadas foi o consenso possível e cumpriu com os objetivos de corrigir as ilegalidades da Portaria 671/2021, garantir os direitos dos trabalhadores, restabelecer a segurança jurídica, fortalecer a negociação coletiva e garantir o atendimento às necessidades básicas da população”, afirmou Guiomar Vidor.

Na avaliação da FECOSUL, a nova portaria reafirma a importância da convenção coletiva como instrumento indispensável para regulamentar o trabalho aos feriados, valorizando o diálogo entre sindicatos de trabalhadores e empregadores e assegurando o cumprimento da legislação vigente.

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Pesquisa Quaest confirma apoio popular ao fim da escala 6×1 e reforça luta defendida pela FECOSUL

Uma nova pesquisa divulgada pelo instituto Quaest confirmou que a maioria dos brasileiros é favorável ao fim da escala 6×1, reforçando uma pauta histórica do movimento sindical. O levantamento revelou que 69% da população apoia a mudança, enquanto apenas 22% são contrários à proposta de redução da jornada de trabalho.

Para a Federação dos Empregados no Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (FECOSUL), os números demonstram que a sociedade compreende a necessidade de modernizar as relações de trabalho e garantir mais qualidade de vida aos trabalhadores.

O presidente da FECOSUL, Guiomar Vidor, afirmou que a pesquisa evidencia um sentimento já percebido nas mobilizações realizadas em todo o país.

“Os dados da Quaest mostram que a população brasileira entendeu que trabalhar menos, sem redução de salários, significa viver melhor. A luta pelo fim da escala 6×1 não é apenas uma reivindicação sindical, mas uma demanda social que reúne trabalhadores, suas famílias e grande parte da sociedade.”

Segundo o levantamento Genial/Quaest, realizado com 2.004 brasileiros, 75% dos entrevistados já tinham conhecimento de que a proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados e aguarda votação no Senado Federal.

A pesquisa também revelou que, caso a mudança seja aprovada, 53% dos brasileiros pretendem utilizar o tempo livre para descansar e conviver com a família, enquanto 13% buscariam uma fonte complementar de renda e 12% investiriam em estudos e qualificação profissional.

Para Guiomar Vidor, os resultados desmontam o argumento de que a redução da jornada comprometeria a produtividade.

“O trabalhador não quer deixar de produzir. Ele quer ter tempo para descansar, cuidar da saúde, estudar e estar com sua família. Isso melhora a qualidade de vida e também aumenta a produtividade. Países que reduziram a jornada já comprovaram esses benefícios.”

A pesquisa ainda mostrou que 50% dos entrevistados acreditam que trabalharão menos horas caso a proposta seja aprovada, enquanto 45% demonstram desconfiança de que a mudança seja efetivamente implementada, refletindo a expectativa em torno da regulamentação da nova jornada.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas, foi aprovada pela Câmara dos Deputados, mas segue parada no Senado Federal. Com o recesso parlamentar, a tramitação foi interrompida e deverá ser retomada em agosto.

Parlamentares favoráveis à proposta, entre eles o senador Paulo Paim (PT-RS), têm defendido a retomada da discussão logo no retorno das atividades legislativas.

Para a FECOSUL, a ampla aprovação popular aumenta a responsabilidade do Senado Federal, em especial ao Presidente Davi Alcolumbre, em dar andamento à matéria.

“Quando quase sete em cada dez brasileiros defendem o fim da escala 6×1, o Senado precisa ouvir a voz da sociedade. A redução da jornada é uma medida que promove saúde, fortalece a convivência familiar e representa um avanço civilizatório nas relações de trabalho”, concluiu Guiomar Vidor.

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FECOSUL participa de manifestação em frente à Fiergs em defesa do fim da escala 6×1

A Federação dos Empregados no Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (FECOSUL) participou, na manhã desta quinta-feira (16), da mobilização realizada em frente à sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre. O ato, organizado pelo Fórum das Centrais Sindicais, reuniu dirigentes e trabalhadores em defesa do fim da escala 6×1 e da redução da jornada de trabalho sem redução de salários.

Ao lado das centrais sindicais, a FECOSUL reforçou a importância da mobilização para pressionar o Congresso Nacional a avançar na aprovação da proposta que estabelece uma jornada de trabalho mais equilibrada e compatível com as necessidades da classe trabalhadora.

Durante a manifestação, foram distribuídos materiais informativos e realizadas conversas com trabalhadores e com a população sobre os impactos da escala 6×1 na saúde física e mental, na convivência familiar e na qualidade de vida. A campanha também destaca que a redução da jornada pode contribuir para a geração de empregos, o aumento da produtividade e o fortalecimento da economia.

O presidente da FECOSUL, Guiomar Vidor, reafirmou que a mobilização em frente à Fiergs representa um importante momento de diálogo com a sociedade e com o setor empresarial. “A mobilização em frente à Fiergs simboliza a necessidade de ampliar o debate sobre um novo modelo de organização do trabalho, que priorize a valorização dos trabalhadores e trabalhadoras e acompanhe as transformações do mercado de trabalho. O fim da escala 6×1 é uma reivindicação legítima e necessária para garantir mais qualidade de vida, saúde e dignidade para quem produz a riqueza do nosso país”, destacou.

A FECOSUL reafirma seu compromisso com a luta por melhores condições de trabalho e seguirá atuando ao lado das entidades sindicais e das centrais na defesa do fim da escala 6×1, uma das principais reivindicações do movimento sindical brasileiro na atualidade.

Matéria: Daiana Correia

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FECOSUL acompanha encontro do Fórum das Centrais com Paulo Pimenta no CPERS

A Federação dos Empregados no Comércio de Bens e de Serviços do Rio Grande do Sul (FECOSUL) esteve presente, na tarde desta segunda-feira (13), no encontro promovido pelo Fórum das Centrais Sindicais, realizado no auditório do CPERS, em Porto Alegre. A atividade reuniu dirigentes sindicais de diversas categorias para debater as principais pautas da classe trabalhadora e contou com a participação do pré-candidato ao Senado Paulo Pimenta.

Representando a FECOSUL, o presidente Guiomar Vidor acompanhou o encontro, que teve como um dos principais momentos a entrega de uma pauta unificada elaborada pelo Fórum das Centrais. O documento reúne reivindicações consideradas prioritárias pelo movimento sindical, entre elas o fim da escala 6×1, a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, a valorização do piso regional, o fortalecimento da negociação coletiva, a defesa das empresas públicas, o investimento na educação e a ampliação dos direitos trabalhistas.

Ao receber o documento, Paulo Pimenta assumiu o compromisso de defender essas pautas no Senado Federal, caso seja eleito, reafirmando seu compromisso com a classe trabalhadora e com o diálogo permanente junto às entidades sindicais.

A presença da FECOSUL no encontro reforça o compromisso da Federação em acompanhar e apoiar as iniciativas do movimento sindical voltadas à defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, fortalecendo a unidade das entidades em torno de uma agenda comum de valorização do trabalho e da democracia.