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Centrais sindicais defendem reajuste de 15,98% para o salário mínimo regional em reunião na Casa Civil

Representantes de centrais sindicais e federações de trabalhadores estiveram reunidos nesta segunda-feira (04) na Casa Civil do Rio Grande do Sul com o secretário-chefe Ranolfo Vieira Júnior para tratar do reajuste do salário mínimo regional.

A reunião contou com a participação de lideranças como Guiomar Vidor, da Fecosul, e Rodrigo Callais, da CTB, além de representantes de diversas entidades sindicais.

Durante o encontro, o movimento sindical apresentou a proposta de 15,98% de reajuste, defendendo a reposição das perdas inflacionárias e a valorização dos salários no estado.
Para Rodrigo Callais, o índice é fundamental para garantir dignidade à classe trabalhadora:
“Estamos defendendo um reajuste que recupere o poder de compra dos trabalhadores e trabalhadoras. O salário mínimo regional é uma ferramenta essencial para combater a desigualdade e fortalecer a economia, porque é o trabalhador que movimenta o comércio e os serviços.”

Já Guiomar Vidor apresentou dados para justificar o percentual reivindicado:
“Trouxemos ao governo um levantamento que demonstra a defasagem acumulada do salário mínimo regional frente à inflação e ao custo de vida no estado. Os estudos apontam perdas significativas nos últimos períodos, o que reforça a necessidade de um reajuste de 15,98% para recompor o poder de compra e garantir um ganho real aos trabalhadores.”

As entidades reforçaram que o percentual proposto busca não apenas recompor a inflação, mas também promover aumento real, estimulando o consumo e o crescimento econômico.

O secretário-chefe da Casa Civil, Ranolfo Vieira Júnior, recebeu a pauta e sinalizou que o governo irá analisar a proposta. Afirmou ainda que na próxima semana o governo encaminhará o projeto à Assembleia Legislativa com os novos valores que deverão vigorar a partir de 1º de maio.

O movimento sindical seguirá mobilizado para garantir um reajuste que atenda às necessidades da classe trabalhadora e valorize o salário mínimo regional no Rio Grande do Sul.

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Sindicomerciários Caxias e Movimento sindical levam milhares de Trabalhadores e de Trabalhadoras para Ato-show nos Pavilhões da Festa da Uva

Milhares de pessoas estiveram reunidas nesta sexta-feira, 1º de maio, nos Pavilhões da Festa da Uva, em Caxias do Sul, que foi palco de mais um Ato Show do Dia do Trabalhador e da Trabalhadora. O dia foi de integração e festa, mas também de união e luta, para confraternizar, e lutar pelo fim da escala 6×1, por vida além do trabalho; redução da jornada de trabalho e fim da pejotização e terceirização. A Festa do Trabalhador já é um evento tradicional, conjunto do sindicato entre o Movimento Sindical, CTB, CUT, CSB, UGT e Rádio Viva. Neste ano, o evento foi ampliado para todo o país, através do Festival dos Trabalhadores.

O Ato-Show iniciou às 13h nos Pavilhões da Festa da Uva. A programação musical contou com a Banda San Marino, Banda Modello, Banda Mercosul, Banda Cosmo Express, Banda Barbarella e para finalizar a escola de samba campeã do Carnaval 2026: Acadêmicos Pérola Negra. Além da distribuição de brindes, houve diversas atividades para as famílias.

Nilvo Riboldi Filho, presidente do Sindicomerciários Caxias, destaca que o evento é um trabalho em conjunto do sindicato entre o Movimento Sindical e Rádio Viva, possibilitando a realização com diversas atrações e , nos intervalos, levarmos a nossa mensagem, explicar a luta, convocar  a população. “É importante demonstrar a importância desta data para a luta dos trabalhadores, e comemorar, e, neste ano, mais do que nunca, lutar pelo fim da escala 6×1, sem redução salarial, pois os trabalhadores e trabalhadoras precisam de vida além do trabalho! Nós, os comerciários, somos uma das categorias que mais sofre com a o trabalho exaustivo”, complementa Nilvo.

Nilvo Riboldi Filho, presidente do Sindicomerciários Caxias

A data foi escolhida para lembrar a luta dos operários numa greve ocorrida na cidade de Chicago (EUA) no ano de 1886. A data foi marcada pela manifestação de milhares de trabalhadores que reivindicavam a redução da jornada de trabalho de 13 para 8 horas diárias. “Se hoje não temos mais o trabalho infantil, temos regramento para trabalho insalubre, jornada de trabalho, e todos os direitos que asseguram a vida, dignidade e salários mais dignos, visando garantir a vida dos trabalhadores, trabalhadoras e suas famílias, é pela luta de muitos no passado, e, a nossa no presente. Os sindicatos surgiram dessa luta e para ela, para estar sempre ao lado dos trabalhadores! ”, conclui.

Ivanir Perrone, tesoureira do Sindicomerciários Caxias

Ivanir Perrone, tesoureira do Sindicomerciários Caxias, e uma das organizadoras do evento, destaca que “neste 1º de maio a luta das mulheres foi marcada pela mobilização pelo fim da escala 6×1, redução da jornada de trabalho, sem redução salarial.  As mulheres são as que mais sofrem com o trabalho exaustivo da escala 6×1, pois têm a dupla jornada de trabalho em casa, e, muitas vezes, o único dia que teriam de descanso, é usado justamente para cuidar da casa e da família. Também lutamos pelo combate ao feminicídios e igualdade salarial”, concluiu.

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Festival do Dia do Trabalhador reúne cultura, política e diversidade no Parque Harmonia, em Porto Alegre, e mobiliza outras cidades gaúchas

O 1º de Maio de 2026 foi marcado por um grande encontro de celebração, cultura e mobilização social no Parque Harmonia, em Porto Alegre. Realizado na Casa do Gaúcho, o Festival dos Trabalhadores e Trabalhadoras: Cultura em Movimento reuniu milhares de pessoas ao longo do dia, com entrada gratuita e programação intensa das 10h às 22h.

Organizado por centrais sindicais como Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB-RS) a Central Única dos Trabalhadores (CUT-RS), a e a União Geral dos Trabalhadores (UGT-RS), além de movimentos sociais e entidades, o evento combinou arte, política e economia solidária, transformando o parque em um grande espaço de convivência e luta da classe trabalhadora.

Imagem: Rafa Dotti

Cultura, música e expressões populares

A programação cultural foi um dos grandes destaques do festival. O público acompanhou shows musicais e apresentações artísticas que refletiram a diversidade cultural brasileira. Entre as atrações, estiveram:

Show do cantor Chico Chico;

Apresentações de hip hop e cultura urbana, valorizando a juventude periférica;

Cortejo do Bloco da Laje;

Moreno Moraes;

Encerramento com a escola de samba Imperadores do Samba.

Imagem: Rafa Dotti

Imagem: Clarissa Londero
Imagem: Rafa Dotti
Imagem: Rafa Dotti
Imagem: Rafa Dotti

Gastronomia e economia solidária

Além da programação artística, o festival contou com uma grande feira de economia solidária, com barracas de comidas típicas, culinária regional, produtos artesanais e iniciativas de cooperativas e projetos sociais. O espaço gastronômico foi um dos pontos mais movimentados, reunindo famílias, trabalhadores e visitantes ao longo de todo o dia.

Imagem: Clarissa Londero
Imagem: Clarissa Londero
Imagem: Clarissa Londero

Presença política e participação de pré-candidaturas

Lideranças sindicais, representantes de movimentos sociais e políticos estiveram presentes, incluindo pré-candidatos e pré-candidatas do campo progressista e de esquerda, que dialogaram com o público ao longo da programação.

Entre os nomes presentes estiveram: Carlos Lupi, Paulo Pimenta, Manuela d’Ávila, Juliana Brizola, Edgar Pretto, Fernanda Melchionna e Daiana Santos.

Imagem: Joni Oliveira
Imagem: Joni Oliveira
Imagem: Joni Oliveira
Imagem: Joni Oliveira

Durante as falas e intervenções, foram reforçadas pautas históricas da classe trabalhadora, como a redução da jornada de trabalho, o fim da escala 6×1, a valorização dos salários e a defesa de direitos sociais e trabalhistas.

Também presente no festival, o presidente estadual da CTB, Rodrigo Callais, destacou a importância da mobilização:
“Este 1º de Maio mostra a força da unidade da classe trabalhadora. É na cultura, na organização e na luta que vamos garantir direitos, ampliar conquistas e construir um futuro mais justo para todos e todas.”

Imagem: Rafa Dotti

Mobilização em todo o Rio Grande do Sul

A celebração do Dia do Trabalhador não se restringiu à capital. O festival também aconteceu em outras cidades do estado, ampliando o alcance das atividades culturais e políticas. Houve programações em Caxias do Sul, Santa Maria Passo Fundo e Pelotas, reunindo trabalhadores e trabalhadoras em diferentes regiões do Rio Grande do Sul.

Um espaço de celebração e resistência

Mais do que um evento festivo, o Festival do Trabalhador se consolidou como um espaço de encontro entre cultura, política e solidariedade em todo o estado. A mistura de música, hip hop, teatro, gastronomia e participação popular mostrou a força da organização coletiva e a diversidade da classe trabalhadora gaúcha.

Ao ocupar o Parque Harmonia e também espaços públicos de outras cidades, o festival reafirmou o 1º de Maio como um momento de celebrar conquistas, fortalecer mobilizações e projetar novas lutas para o futuro.

Imagem: Rafa Dotti
Imagem: Rafa Dotti

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Câmara de Vereadores de Jaguarão discute ampliação da Jornada de Trabalho no Comércio

Por iniciativa do Presidente da Câmara Municipal, Vereador Fred Luiz Tavares Nunes, foi realizada na noite desta terça-feira (28/04) audiência pública para discutir a modificação da legislação vigente, a fim de permitir o funcionamento do comércio local sem restrição de dias e horários — ou seja, 24 horas por dia, sete dias por semana.

A mesa tripartite, presidida pelo vereador Fred, reuniu representantes do empresariado, dos trabalhadores e do Ministério do Trabalho. Debateram o tema o presidente do Sindilojas da Fronteira Sul, José Fernando Martins Mendes, a presidenta do Sindicato dos Comerciários, Sheila Pimentel, e os fiscais auditores do trabalho João Monson e Marcio Campos.

A audiência contou também com a presença do presidente da Fecosul, Guiomar Vidor, que permaneceu ao lado dos trabalhadores que lotaram a galeria do plenário.

Durante sua fala, Sheila Pimentel destacou a preocupação com os impactos da ampliação irrestrita da jornada sobre a saúde, a qualidade de vida e os direitos históricos da categoria, ressaltando que o descanso semanal, especialmente aos domingos, é uma conquista social que não pode ser relativizada em nome de interesses econômicos. Reforçou ainda a importância da negociação coletiva e do respeito às garantias trabalhistas, reafirmando a defesa do sindicato pela manutenção da legislação vigente, por entender que esta atende às necessidades da população e resguarda os interesses da categoria comerciária.

Na mesma linha, Guiomar Vidor enfatizou que a liberação total dos horários de funcionamento tende a precarizar ainda mais as relações de trabalho, ampliando jornadas sem a devida compensação e enfraquecendo a organização dos trabalhadores. Defendeu que qualquer alteração na legislação deve priorizar o equilíbrio entre desenvolvimento econômico e proteção social, com diálogo efetivo entre as partes.

O eixo principal do debate foi a modificação da Lei Municipal 1868/89, que veda a abertura do comércio aos domingos e estabelece exceções para serviços essenciais.

O debate escancarou posições divergentes entre empresários e trabalhadores, que se arrastam há vários anos, especialmente a partir da reforma trabalhista de 2017, marcada pela retirada de direitos e garantias sob a justificativa da chamada liberdade econômica.

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Sindicomerciários Caxias leva ao Ministério do Trabalho e Emprego denúncias de comerciários e comerciárias sobre rede de lojas

Nesta semana, o Sincicomerciários Caxias esteve reunido com Vânius Corte, auditor-fiscal do trabalho e gerente do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e representantes das Lojas Colombo, para levar denúncias apresentadas pelos comerciários e comerciárias de filias de Caxias do Sul, Flores da Cunha e São Marcos.

Entre as denúncias feitas pelos trabalhadores e trabalhadoras através dos diretores do sindicato, estão a obrigação através da gerência dos vendedores realizarem a carga e descarga de mercadorias dos caminhões – inclusive por pessoa com deficiência (PCD) e menor aprendiz; usar os PCDs e menores aprendizes para transportar produtos de uma loja para outra; uso do telefone pessoal para atividades de marketing da loja; vendas da loja; ser obrigados a baixar e instalar um aplicativo para fazer as cobranças da loja; falta de  mesas e computadores para os vendedores e; fazer bater, registra, o ponto e continuar trabalhando. Também foram questionadas a delimitação de metas irreais, só para que não sejam alcançadas, pagando assim só o mínimo da categoria; atestados pagos pelo piso (e não pela média de comissões).

Nilvo Riboldi Filho, presidente do Sindicomerciários Caxias, destaca que a “intermediação do MTE, através de sua gerência, foi fundamental para levar as denúncias para os representantes da empresa, que ficaram de realizar reunião com a gerência das unidades para”. Ivanir Perrone, tesoureira da entidade, que também participou da mesa de discussão, lembra “que, todo trabalhador que tiver alguma dúvida ou denúncia, pode estar falando com os diretores dos sindicatos nas empresas, ou, falando diretamente no sindicato pelos canais de comunicação ou pessoalmente, que, sempre que verificado alguma irregularidade será buscada a resolução junto a empresa”.

No próximo dia 11 de maio, será realizada uma nova reunião apresentando a verificação e resoluções apresentadas paras as demandas dos comerciários e comerciárias.

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Câmara de Caxias do Sul debate fim da escala 6×1 e mobiliza entidades sindicais

A Câmara de Vereadores de Caxias do Sul foi palco de uma ampla audiência pública que reuniu lideranças sindicais, parlamentares e trabalhadores para discutir o fim da escala de trabalho 6×1 e a redução da jornada semanal. O encontro evidenciou a crescente mobilização no Rio Grande do Sul em torno de um modelo de trabalho considerado mais justo e equilibrado.

Com o plenário lotado, a audiência demonstrou a força da pauta entre diferentes categorias profissionais. Representantes de centrais sindicais, federações e sindicatos reforçaram a necessidade de mudanças estruturais nas relações de trabalho, defendendo a adoção da escala 5×2, com dois dias consecutivos de descanso e sem redução salarial.

Participação da CTB e Fecosul

A atividade contou com forte presença da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB-RS) e da Federação dos Empregados no Comércio de Bens e Serviços do RS (FECOSUL). As entidades destacaram que o fim da escala 6×1 é uma das principais bandeiras do movimento sindical na atualidade.

Para o presidente da CTB-RS, Rodrigo Callais, o debate em Caxias do Sul reforça a urgência de mudanças. Em sua fala, afirmou que a mobilização precisa avançar politicamente e declarou que o objetivo é “não deixar nenhum deputado ir votar a favor dessa escala”, reforçando a pressão sobre o Legislativo para barrar a manutenção do modelo 6×1.

Já o presidente da Fecosul, Guiomar Vidor, ressaltou o papel da mobilização coletiva. Em sua intervenção, afirmou que “faz 100 anos que a escala 6×1 vigora no Brasil e, se depender apenas da negociação coletiva, ficaremos mais 100”, defendendo a necessidade de mudanças por meio de legislação para garantir avanços concretos aos trabalhadores.

Pressão social e próximos passos

Durante a audiência, houve consenso entre os participantes de que a escala 6×1 é prejudicial à saúde física e mental dos trabalhadores, além de limitar o convívio familiar e o acesso ao lazer. A proposta defendida pelas entidades — redução da jornada para 40 horas semanais e implementação da escala 5×2 — já está em debate no Congresso Nacional, por meio de projetos de lei que buscam modernizar as relações de trabalho no país.

O encontro em Caxias do Sul se soma a uma série de mobilizações que vêm ocorrendo em diferentes regiões do Brasil, fortalecendo a pressão social por mudanças. Ao final da audiência, ficou evidente o compromisso das organizações sindicais em ampliar o debate junto à sociedade e intensificar a luta pelo fim da escala 6×1.

A expectativa agora é que a pauta avance no Legislativo, impulsionada pela mobilização social e pelo engajamento das entidades representativas da classe trabalhadora.

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SINDESC RS apresenta resultados de pesquisa sobre riscos psicossociais no trabalho contábil em evento online

O Sindicato dos Empregados em Escritórios e Empresas de Serviços Contábeis do Rio Grande do Sul (SINDESC RS) promove, no próximo dia 04 de maio de 2026 (segunda-feira), às 19h, a apresentação dos resultados da pesquisa sobre riscos psicossociais realizada junto aos trabalhadores de escritórios contábeis no estado.

O estudo traz uma análise abrangente dos fatores que impactam a saúde mental no ambiente de trabalho, abordando questões como sobrecarga, pressão por prazos, organização do trabalho e condições psicossociais enfrentadas diariamente pela categoria.

Além da divulgação dos dados, o evento também irá tratar das modificações da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que estabelece diretrizes gerais sobre saúde e segurança no trabalho, incluindo a gestão de riscos ocupacionais — tema cada vez mais relevante diante do crescimento dos afastamentos relacionados a questões psicológicas.

De acordo com o SINDESC RS, a iniciativa busca ampliar o debate sobre a importância de ambientes de trabalho mais saudáveis e reforçar o papel da prevenção, alinhando a categoria às novas exigências legais e às boas práticas de proteção à saúde dos trabalhadores.

A atividade será realizada em formato de videoconferência, pela plataforma Zoom, permitindo a participação de trabalhadores, dirigentes sindicais e demais interessados de todo o estado.

Data: 04 de maio de 2026 

Horário: 19 

Modalidade: Online (Zoom) Link de acesso:
https://us02web.zoom.us/j/88906976265?pwd=UI17Gy1R2T61AL3Y585bC0f2CawpoD.1

ID da reunião: 889 0697 6265

Senha: 611196

Para o sindicato, discutir os riscos psicossociais é fundamental para garantir melhores condições de trabalho, qualidade de vida e valorização profissional. A entidade reforça o convite para que a categoria participe do encontro e contribua com esse importante debate.

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Campanha salarial 2026: Fecosul intensifica a luta por reajuste digno para categoria comerciária.

A Federação dos Empregados no Comércio de Bens e de Serviços do Rio Grande do Sul (Fecosul) participou de mais uma rodada de negociação da campanha salarial de 2026 com a Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio), reforçando a pauta de reivindicações dos trabalhadores do comércio e serviços no estado.

Durante a reunião, o setor patronal apresentou uma contraproposta de reajuste de apenas 3,36%, com piso salarial de R$ 1.935,00. A proposta foi considerada insuficiente pela Fecosul, que destacou a distância entre o índice apresentado e as reais necessidades da categoria.

A federação reafirmou sua pauta de reivindicações, construída a partir das demandas dos trabalhadores, que inclui:

•             Reajuste salarial de 8% para os trabalhadores;

•             Piso salarial de R$ 2.100,00;

•             Auxílio estudante equivalente a um piso por ano;

•             Vale-refeição;

•             Licença-maternidade de 180 dias e paternidade de 20 dias;

•             Fim do trabalho intermitente e da terceirização na atividade-fim;

•             Igualdade salarial entre homens e mulheres;

•             Fim da escala 6×1, com adoção da escala 5×2 e jornada de 40 horas semanais;

•             Plano de saúde;

•             Multa por descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho.

Além disso, também foi mencionada a discussão sobre normas regulamentadoras (NRs), tema que segue em debate nas negociações.

Para o presidente da Fecosul, Guiomar Vidor, a proposta patronal não contempla a valorização necessária dos comerciários e comerciárias, que enfrentam o aumento do custo de vida e desempenham papel essencial na economia do estado.

Vidor reforça que a entidade seguirá junto com seus sindicatos filiados mobilizando a categoria na busca de avanços concretos. A expectativa é de que novas rodadas de negociação possam resultar em uma proposta mais justa e alinhada às reivindicações da categoria.

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Lideranças sindicais ampliam mobilização por direitos trabalhistas em marcha em Brasília

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil participou, nesta quarta-feira (15), da Marcha da Classe Trabalhadora, realizada em Brasília, ao lado de outras centrais sindicais. O ato reuniu milhares de trabalhadores na Esplanada dos Ministérios e teve como objetivo pressionar o poder público por avanços nas pautas trabalhistas.

A mobilização ocorreu após a aprovação de uma agenda unificada durante a Conclat 2026. Entre os principais pontos defendidos estão a redução da jornada de trabalho, o fim da escala 6×1, a regulamentação do trabalho em plataformas digitais e o combate à precarização das relações de trabalho. Também integram a pauta o combate ao feminicídio, o enfrentamento à pejotização, o fortalecimento das negociações coletivas e a garantia do direito de negociação para os servidores públicos.

Durante o percurso até o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto, representantes das centrais também organizaram a entrega oficial das reivindicações ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta.

Para o vice-presidente da CTB, Ubiraci Dantas, a mobilização reforça a unidade do movimento sindical em torno de reivindicações históricas. “Estamos em Brasília para defender melhores condições de vida para os trabalhadores. A redução da jornada e o fim da escala 6×1 são fundamentais para garantir dignidade à classe trabalhadora”, afirmou.

O presidente da CTB em São Paulo, Rene Vicente, destacou que o ato amplia o debate sobre temas estruturais. “A marcha fortalece a luta por emprego de qualidade, pela valorização do trabalho e pela defesa da democracia. É um momento importante de mobilização nacional”, disse.

Já o presidente da CTB no Rio Grande do Sul (CTB-RS), Rodrigo Calais, enfatizou a necessidade de pressão sobre o Congresso Nacional. “Essa mobilização mostra que os trabalhadores estão atentos. É no Congresso que essas pautas precisam avançar, e a sociedade precisa saber quem está comprometido com os direitos da classe trabalhadora”, declarou.

A marcha também contou com a presença de Guiomar Vidor, presidente da Federação dos Empregados no Comércio de Bens e de Serviços do Rio Grande do Sul (FECOSUL), que acompanhou as atividades ao lado das lideranças sindicais. Para ele, a mobilização demonstra a força da organização dos trabalhadores em nível nacional e a importância da unidade na defesa de direitos.

Além das mudanças na jornada, a pauta inclui propostas como a valorização do salário mínimo, o fortalecimento das negociações coletivas, a ampliação de políticas de geração de emprego e o combate às diversas formas de violência e precarização que atingem a classe trabalhadora.

A marcha encerrou-se com a expectativa de que as reivindicações avancem no debate político nacional nos próximos meses.