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FECOSUL RS participa de audiência na Assembleia Legislativa e reforça defesa do fim da escala 6×1

A FECOSUL RS esteve presente na audiência pública promovida pela Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, realizada na manhã desta quarta-feira (25), que debateu a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1 no Brasil.

O encontro reuniu autoridades, representantes do Ministério do Trabalho, parlamentares e lideranças sindicais de diferentes categorias, consolidando-se como um importante espaço de discussão sobre propostas em tramitação no Congresso Nacional que tratam da reorganização da jornada de trabalho no país.

Durante a audiência, foram abordadas iniciativas legislativas como a PEC 8/25 e a PEC 221/19 e PL 67/2025 da deputada Daiana Santos que propõem o fim da escala 6×1 e a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas. Também foram destacados dados sobre o impacto da atual organização do trabalho na saúde física e mental dos trabalhadores, além da necessidade de avançar na geração de empregos e na melhoria da qualidade de vida.

A FECOSUL RS participou ativamente do debate, reforçando a importância da mobilização sindical e da construção de alternativas que garantam mais dignidade à classe trabalhadora, especialmente aos comerciários, que historicamente convivem com jornadas extensas e com a escala 6×1.

IMAGEM: AL RS

O presidente da Federação, Guiomar Vidor, destacou o papel das entidades sindicais na construção desse debate. “O fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho são pautas fundamentais para garantir mais qualidade de vida aos trabalhadores. Precisamos avançar nesse debate com responsabilidade, ouvindo as categorias e construindo soluções que respeitem a dignidade de quem trabalha e move a economia do país”, afirmou.

A FECOSUL RS ressalta sobre a sobrecarga enfrentada por diferentes grupos, especialmente mulheres, e para os custos sociais dessa dinâmica. Ao mesmo tempo, contesta a ideia de que a redução da jornada prejudicaria a economia, defendendo que a produtividade está mais ligada à organização, tecnologia e condições de trabalho do que ao número de horas trabalhadas.

A audiência também resultou no encaminhamento de um documento da Comissão ao governo federal, sugerindo que o tema seja tratado por meio de projeto de lei com urgência constitucional, ampliando o debate em nível nacional.

A participação da FECOSUL RS reforça o compromisso da entidade com a defesa dos direitos dos trabalhadores do comércio e serviços, atuando de forma articulada nos espaços institucionais para fortalecer pautas como a redução da jornada, o fim da escala 6×1 e a valorização do trabalho.

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Comerciários lançam Campanha Salarial 2026 no RS com mobilização pelo fim da escala 6×1

A Federação dos Empregados no Comércio de Bens e de Serviços do Rio Grande do Sul (FECOSUL RS) lançou, nesta terça-feira (24), a Campanha Salarial 2026 dos comerciários e comerciárias gaúchos. O ato ocorreu em Lajeado, no Vale do Taquari, reunindo dirigentes sindicais de diversas regiões do Estado e trabalhadores da categoria em uma mobilização que teve como eixo central o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salários, além do reajuste salarial com aumento real, acima da inflação.

Mesmo com a chuva, os participantes realizaram uma caminhada pelas ruas do centro da cidade, demonstrando unidade e disposição de luta. O presidente do Sindicato dos Comerciários de Lajeado, Marco Daniel Rockenbach, anfitrião do evento, destacou a importância da mobilização coletiva para fortalecer as reivindicações da categoria e ampliar o diálogo com a sociedade sobre as condições de trabalho no setor.

Mais tempo para viver

O presidente da FECOSUL RS, Guiomar Vidor, ressaltou que a campanha deste ano, cujo slogan é “Pra cima comerciários: pelo fim da escala 6×1 e trabalho valorizado” dialoga diretamente com a realidade enfrentada pelos trabalhadores do comércio, especialmente diante das longas jornadas impostas pela escala 6×1. Segundo ele, a mudança na organização do tempo de trabalho é fundamental para garantir mais qualidade de vida.

“A aprovação de uma nova escala 5×2 é essencial para melhorar o bem-estar físico e psicológico dos trabalhadores. O excesso de carga horária impacta diretamente na saúde, na convivência familiar e na dignidade de quem move o comércio todos os dias”, afirmou Vidor. Ainda, segundo ele, á essencial que a pauta avance com mais velocidade em Brasília, e para isso a federação e os sindicatos têm apoiado o PL 67/2025 da deputada federal Daiana Santos (PCdoB/RS).

Já o presidente da CTB RS, Rodrigo Callais, enfatizou que a presença dos trabalhadores nas ruas demonstra a força da categoria e a legitimidade das pautas apresentadas. “Essa mobilização mostra que os comerciários querem e precisam de mais tempo para viver, estar com suas famílias, cuidar da saúde e garantir seus direitos. É uma luta justa e necessária”, destacou.

Comércio em crescimento reforça pauta por valorização

A Campanha Salarial 2026 também se apoia em dados que apontam o crescimento do setor do comércio, tanto no Rio Grande do Sul quanto no Brasil. O desempenho positivo das vendas e da atividade econômica reforça, segundo as entidades sindicais, a necessidade de valorização dos trabalhadores por meio de reajustes com ganho real, melhores condições de trabalho e redução da jornada.

Entre os principais eixos da campanha estão:

•   Fim da escala 6x1;
•   Redução da jornada para 40 horas semanais sem redução salarial;
•   Reajuste com aumento real acima da inflação;
•   Valorização profissional e melhores condições de trabalho.

A mobilização em Lajeado marca o início de uma série de ações que devem ocorrer em todo o Estado ao longo da campanha, com assembleias, atos públicos e negociações com o setor patronal.

A expectativa da FECOSUL RS é de que, com unidade e mobilização, a campanha avance na conquista de direitos históricos e contribua para um novo modelo de jornada, mais equilibrado e compatível com a realidade dos trabalhadores e trabalhadoras do comércio gaúcho.

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Sindicato dos Comerciários de Taquari apresenta pauta de reivindicações para o Sindilojas Montenegro

Foi dada a largada na negociação para a nova convenção coletiva para o setor de lojas das cidades de Taquari, Tabaí, Paverama e Poço das Antas. A entrega da pauta de reivindicações ocorreu durante reunião no final da manhã desta segunda-feira, dia 21 de março. 

Entre os pedidos do Sindicomerciários estão:

  • Aumento de salarial de INPC +1% de ganho real para os pisos e demais salários; 
  • Garantia de que o piso não será inferior ao salário mínimo regional em caso de aumento superior ao piso da categoria; 
  • Manutenção do auxílio estudante, auxílio creche e quebra de caixa nos parâmetros atuais;
  • Homologação no Sindicato nas rescisões de contrato de trabalho de trabalhadores com mais de um ano de empresa.

Para Vitor Espinoza, presidente do Sindicato, a reunião teve um balanço positivo, com aceitação de parte das propostas. 

“Alguns pontos de nossa reivindicação foram aceitos pelo sindicato patronal. Para os demais pontos, a entidade patronal ficou de pensar sobre o assunto para a nossa próxima rodada de negociação, que deverá ser marcada para daqui a cerca de duas semanas”, explicou. 

Saiba Mais

A Convenção Coletiva de Trabalho tem a função de definir regras trabalhistas aplicáveis a toda uma categoria, como salários e benefícios, sendo negociado entre o sindicato laboral (que representa os trabalhadores) e o sindicato patronal (que representa as empresas). 

A data-base para os comerciários da base territorial do Sindicomerciários é dia 1º de março. Isso significa que todos os benefícios da convenção, inclusive aumento salarial são válidos a partir desta data. 

EDITAL

EDITAL

EXTRATO DE CONVENÇÕES COLETIVAS DE TRABALHO – 2025

A FEDERAÇÃO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE BENS E DE SERVIÇOS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – FECOSUL, entidade sindical de 2º grau, CNPJ 92.832.690/0001-63, com sede na Rua dos Andradas, nº 943/701, Centro, Porto Alegre/RS, vem tornar público para todos os empregados no comércio das respectivas categorias profissionais, na área de abrangência dos municípios inorganizados sindicalmente, o extrato da CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO firmada com o SINDICATO DO COMERCIO VAREJISTA DE SANTA CRUZ DO SUL (MR007618/2026 – 2025/2026 para a cidade de Herveiras/RS) e SINDICATO DO COMERCIO VAREJISTA DE VACARIA (MR007744/2026 – 2025/2026 para as cidades de Campestre da Serra/RS, Esmeralda/RS, Ipê/RS, Monte Alegre dos Campos/RS, Muitos Capões/RS, Pinhal da Serra/RS e São José dos Ausentes/RS), com data base em 1º MARÇO. Nelas estão definidas, dentre outras, as cláusulas de Reajuste geral dos salários; Pisos; Quinquênios; Auxílio creche; e Contribuição negocial, sendo esta com direito de oposição às contribuições aprovadas na Assembleia Geral da Categoria e estabelecidas no respectivo instrumento Coletivo, sendo manifestado individualmente, por documento escrito, com identificação legível do nome do empregado, n° de CPF do empregado e CNPJ do empregador, sendo entregue pelo interessado e assinado na sede da FEDERAÇÃO, na Rua dos Andradas, n° 943, 7° andar, Centro Histórico, Porto Alegrete/RS, das 8 horas e 30 minutos às 17 horas de segunda a sexta-feira, e no prazo de até 10 (dez) dias, a contar da publicação do presente edital, nos termos da Convenção Coletiva aqui identificada. Não havendo sede da entidade na cidade onde o empregado presta serviço a carta individual poderá ser remetida pelos correios no mesmo prazo, por meio de carta registrada com aviso de recebimento, para o Rua dos Andradas, n° 943, 7° andar, Centro Histórico, Porto Alegre/RS – CEP 90.020-005, no prazo de até 10 (dez) dias, a contar da publicação do presente edital, nos termos da Convenção Coletiva aqui identificada, cuja íntegra poderá ser acessada no site www.fecosul.com.br.    

Porto Alegre/RS, 20 de março de 2026.

GUIOMAR VIDOR

Presidente da FECOSUL

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Manobra patronal adia votação de projeto pelo fim da escala 6×1

Por pressão de setores patronais contrários ao fim da escala 6×1, a Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados não apreciou, na sessão desta quarta-feira (18), o Projeto de Lei 67/2025, da deputada federal Daiana Santos (PCdoB-RS). A medida propõe como limite a escala 5×2, sem redução salarial.

A não apreciação se deu em virtude de um requerimento de retirada de pauta apresentado pelo deputado Zé Adriano (PP-AC), que também é presidente da Federação das Indústrias do Acre (Fieac). Com isso, a análise da matéria ficará para a próxima quarta-feira (25).

Após a decisão, a deputada Daiana Santos, dirigindo-se ao deputado, declarou: “Temos total disposição para debatermos ponto a ponto e, assim, avançar. E mais uma vez registro: (o fim da escala 6×1) é algo necessário e urgente de ser feito. É algo que há anos a sociedade pede que seja revisto”.

Fotos: Bruno Mendes/Matheus Itacaramby

Por pressão de setores patronais contrários ao fim da escala 6×1, a Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados não apreciou, na sessão desta quarta-feira (18), o Projeto de Lei 67/2025, da deputada federal Daiana Santos (PCdoB-RS). A medida propõe como limite a escala 5×2, sem redução salarial.

A não apreciação se deu em virtude de um requerimento de retirada de pauta apresentado pelo deputado Zé Adriano (PP-AC), que também é presidente da Federação das Indústrias do Acre (Fieac). Com isso, a análise da matéria ficará para a próxima quarta-feira (25).

Após a decisão, a deputada Daiana Santos, dirigindo-se ao deputado, declarou: “Temos total disposição para debatermos ponto a ponto e, assim, avançar. E mais uma vez registro: (o fim da escala 6×1) é algo necessário e urgente de ser feito. É algo que há anos a sociedade pede que seja revisto”.

Fotos: Bruno Mendes/Matheus Itacaramby

A sessão contou a com a presença de representantes dos movimentos sindicais e estudantil em apoio à escala 5×2, como os presidentes da CTB, Adilson Araújo; da CTB-RS, Rodrigo Calais; da UNE, Bianca Borges; da Federação dos Comerciários do Rio Grande do Sul (Fecosul), Guiomar Vidor; do Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro, Márcio Ayer; e do Sindicato dos Comerciários de Caxias do Sul (RS), Nilvo Riboldi Filho.

Sessão com o ministro

Antes da abertura da sessão deliberativa, a Comissão do Trabalho recebeu o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. Na ocasião, ele defendeu como prioridade para o Congresso Nacional, neste ano, o fim da escala 6×1 e a criação de regras para o trabalho mediado por aplicativos.

Marinho reafirmou o apoio do governo à redução da jornada para 40 horas semanais, com dois dias de folga (escala 5×2), conforme proposto por Daiana. Segundo o ministro, o projeto é um caminho mais célere do que as duas propostas de emenda à Constituição (PECs) que tramitam na Câmara. “A sociedade vem debatendo muito essa questão, e o parlamento tem sensibilidade para agilizar isso”, afirmou.

Saiba mais: No Brasil, 72% das empresas que adotaram escala 5×2 tiveram aumento de receita

Ele também ressaltou que a jornada 6×1 “é cruel em particular para as mulheres. Então, acabar com a 6×1 é um chamado cívico, humanitário”, declarou.

Para a deputada Enfermeira Rejane (PCdoB-RJ), o debate sobre o fim da 6×1 “interessa a todos nós, não apenas por sermos mulheres, mas por sermos uma parcela da sociedade que sofre muito com essa escala que nos tira a possibilidade de viver”. Ela reforçou que o excesso de trabalho vem adoecendo os trabalhadores.

Quanto ao trabalho por aplicativo, Luiz Marinho disse que, considerando a indisposição que há, inclusive no Congresso, em relação ao estabelecimento de um vínculo formal via CLT, é preciso criar o “enquadramento possível” para garantir direitos básicos à categoria, uma das mais precarizadas do mercado de trabalho brasileiro.

Fonte: Vermelho/Priscila Lobregatte

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Campanha Salarial 2026 dos Comerciários do RS será lançada dia 24 com foco em valorização, aumento real e fim da escala 6×1

A Federação dos Empregados no Comércio de Bens e de Serviços do Rio Grande do Sul (FECOSUL) lança oficialmente, na próxima terça-feira, 24/3, a Campanha Salarial 2026 dos comerciários e comerciárias do estado, com o lema: “Pra cima, comerciários: fim da escala 6×1 e trabalho valorizado”. O evento será no município de Lajeado, localizado no Vale do Taquari.

A campanha mobiliza sindicatos de todo o Rio Grande do Sul e reforça a necessidade de valorização de quem sustenta o comércio diariamente. Entre as principais bandeiras estão o aumento real de salários acima da inflação, melhores condições de trabalho, redução da jornada e o fim da escala 6×1 — considerada prejudicial à saúde, ao convívio familiar e à qualidade de vida da categoria.

Segundo dados do DIEESE, o comércio gaúcho segue em crescimento. Em 2025, o volume de vendas do comércio varejista registrou aumento real de 2,5% acima da inflação, com destaque para segmentos como farmácias (4,4%) e supermercados (3,2%). O setor supermercadista, sozinho, movimentou cerca de R$ 75,6 bilhões, evidenciando a força econômica do comércio no estado.

Apesar disso, a realidade dos trabalhadores ainda é marcada por baixos salários e jornadas extensas. Atualmente, o comércio emprega mais de 661 mil pessoas no Rio Grande do Sul, representando cerca de 23% dos empregos formais. Mesmo assim, o piso médio da categoria gira em torno de R$ 1.775, valor que compromete grande parte da renda com despesas básicas, como alimentação, moradia e transporte.

Para a FECOSUL, esse cenário evidencia a necessidade urgente de redistribuição dos ganhos do setor. “Quem constrói a riqueza do comércio precisa ser valorizado. Não é justo que o setor cresça e os trabalhadores continuem enfrentando dificuldades para viver com dignidade”, destaca a entidade.

A campanha também reforça apoio ao Projeto de Lei 67/2025, de autoria da deputada federal Daiana Santos (PCdoB/RS), que propõe a adoção da escala 5×2 e a redução da jornada para 40 horas semanais sem redução salarial.

Além do reajuste com ganho real, a pauta de reivindicações inclui piso salarial de R$ 2.060, fim do banco de horas, auxílio-estudante, vale-refeição, ampliação das licenças maternidade e paternidade, combate ao trabalho intermitente e garantia de salário igual para trabalho igual.

Mais do que uma negociação econômica, a Campanha Salarial 2026 se apresenta como uma mobilização por respeito, dignidade e melhores condições de vida para os trabalhadores e trabalhadoras do comércio gaúcho.

“É hora de mudar essa realidade. Com união e mobilização, vamos avançar na conquista de direitos e mais qualidade de vida para a categoria”, reforça a FECOSUL.

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Sindicato dos comerciários de Taquari alerta que supermercados devem assinar acordo para trabalhar em feriados

O Sindicato dos Empregados no Comércio de Taquari e Região alerta as empresas do setor de supermercados que os estabelecimentos que possuem interesse em abrir durante os feriados em 2026 deverão assinar acordo coletivo de trabalho com o Sindicato. 

As empresas interessadas deverão procurar o Sindicato até o dia 31 de março. As empresas devem assinar o acordo independente do número de feriados que pretendem abrir. O documento permite a abertura em todos os feriados, com exceção dos dias 25 de dezembro de 2026 e 1º de janeiro de 2027. 

O documento autoriza que as empresas usem mão de obra de trabalhadores nas seguintes condições:

Pagamento de bônus de:

  • R$ 115,00 para jornada de 4 horas ininterruptas
  • R$ 220,00 para jornada de 8 horas diárias, com intervalo de almoço 

O pagamento do bônus deve ser feito de forma antecipada por depósito bancário em conta corrente em nome do trabalhador. 

As empresas deverão também: 

  • Conceder uma folga proporcional às horas trabalhadas para cada trabalhador por feriado trabalhado, no prazo máximo de 15 dias após o feriado;
  • Apresentação de escala de trabalho, folga e o comprovante de depósito à entidade sindical 48 horas antes do feriado. 

Reajuste salarial

As empresas que assinaram o acordo deverão reajustar o salário em 4,36% e manter todas as cláusulas sociais vigentes no acordo anterior.  

Além disso, os trabalhadores que estudam, têm direito ao auxílio escolar. O benefício é de um piso para trabalhador que estuda e 75% do piso nos casos em que trabalhadores possuem filhos menores de 18 anos que estudem.

Esse benefício poderá ser substituído pelo Prêmio Assiduidade no valor de R$ 220,00 para trabalhadores que não possuem direito ao auxílio escolar. 

Vésperas de Natal e Ano Novo

Nos dias 24 e 31 de dezembro as empresas encerrarão suas atividades no máximo até as 18h00min. Fechando as portas 30 minutos antes para atender todos os clientes que ainda se encontram dentro do mercado; 

Empresas interessadas devem procurar as sedes do Sindicomerciários, que está localizado na  Rua General Osório, 2274, Centro, Taquari e Rua Dom Pedro II, 1302, Canabarro, Teutônia. 

O Whatsapp é o 3653-3094 (Taquari) e 3762-8404 (Teutônia) e o horário de atendimento é de segunda à sexta das 8h30 às 12h e das 13h30 às 18h.  

EDITAL

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EXTRATO DE CONVENÇÕES COLETIVAS DE TRABALHO – 2026

A FEDERAÇÃO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE BENS E DE SERVIÇOS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – FECOSUL, entidade sindical de 2º grau, CNPJ 92.832.690/0001-63, com sede na Rua dos Andradas, nº 943/701, Centro, Porto Alegre/RS, vem tornar público para todos os empregados no comércio da categoria profissional de trabalhadores em Concessionários e Distribuidores de Veículos Automotores, na área de abrangência dos municípios inorganizados sindicalmente, o extrato da CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO firmada com o SINDICATO DOS CONCESSIONÁRIOS E DISTRIBUIDORES DE VEICULOS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (MR004898/2026 – 2026/2028), com data base em 1º MARÇO. Nelas estão definidas, dentre outras, as cláusulas de Reajuste geral dos salários; Pisos; Quinquênios; Auxílio creche; e Contribuição negocial, sendo esta com direito de oposição às contribuições aprovadas na Assembleia Geral da Categoria e estabelecidas no respectivo instrumento Coletivo, sendo manifestado individualmente, por documento escrito, com identificação legível do nome do empregado, n° de CPF do empregado e CNPJ do empregador, sendo entregue pelo interessado e assinado na sede da FEDERAÇÃO, no sito Rua dos Andradas, n° 943, 7° andar, Centro Histórico, Porto Alegrete/RS, das 8 horas e 30 minutos às 17 horas de segunda a sexta-feira, e no prazo de até 10 (dez) dias, a contar da publicação do presente edital, nos termos da Convenção Coletiva aqui identificada. Não havendo sede da entidade na cidade onde o empregado presta serviço a carta individual poderá ser remetida pelos correios no mesmo prazo, por meio de carta registrada com aviso de recebimento, para o Rua dos Andradas, n° 943, 7° andar, Centro Histórico, Porto Alegre/RS, CEP: 90.020.005, no prazo de até 10 (dez) dias, a contar da publicação do presente edital, nos termos da Convenção Coletiva aqui identificada, cuja íntegra poderá ser acessada no site www.fecosul.com.br.    

Porto Alegre/RS, 16 de março de 2026.

GUIOMAR VIDOR

Presidente da FECOSUL

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Sindicomerciários orienta a antecipação de dissídio coletivo

O Sindicomerciários de Taquari e Região orienta as empresas para anteciparem o reajuste salarial do dissídio coletivo na folha do mês de março, que é paga no início do mês de abril. Essa antecipação deverá ser de 3,36%, equivalente à inflação acumulada nos últimos 12 meses em março de 2026, de acordo o INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor, medido pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

“Caso o empregador antecipe o dissídio, evita grandes acúmulos de quantias a serem pagas ao trabalhador.  Além disso, o trabalhador recebe o aumento antes, já que se trata de uma negociação demorada, pois não aceitamos a retirada de direitos conquistados pelo Sindicato para a categoria durante a história da entidade”, explica Raul Cerveira, tesoureiro da entidade.

Saiba Mais

A convenção coletiva para os trabalhadores no comércio para a base territorial do Sindicomerciários de Taquari e Região, tem como data base de negociação o dia 1º de março. 

Todos os aumentos salariais são válidos a partir desta data, independente do dia da assinatura do documento. 

Nos casos onde a empresa não antecipe o aumento salarial, ela deverá pagar todos os valores retroativos na folha salarial subsequente à assinatura da convenção coletiva. 

A entidade sindical atende as cidades de Taquari, Teutônia, Tabaí, Paverama, Fazenda Vilanova, Poço das Antas, Bom Retiro do Sul, Westfália, Colinas, Imigrante, Boa Vista do Sul, Coronel Pilar e Vale Verde.

As empresas e escritórios de contabilidade podem entrar em contato para mais informações. O Whatsapp é o 3653-3094 (Taquari) e 3762-8404 (Teutônia). O horário de atendimento é das 8h30min às 12h e das 13h30min às 18h.  

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Dirigentes da FECOSUL e CTB articulam em Brasília a votação do PL que propõe jornada de 40 horas semanais na Câmara

Representantes do movimento sindical do comércio e serviços estiveram em Brasília para reforçar a defesa da redução da jornada de trabalho no Brasil. O presidente da Federação dos Empregados no Comércio de Bens e de Serviços do Rio Grande do Sul (FECOSUL), Guiomar Vidor, participou de uma reunião com o presidente da Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados, Max Lemos, e com a deputada federal Daiana Santos, para tratar do andamento do Projeto de Lei 67/2025.

A reunião contou ainda com a presença dos vice-presidentes da FECOSUL, Nilvo Riboldi Filho e Daniel Rockenbach, da tesoureira Cristina Mendes, do presidente da CTB-RS, Rodrigo Callais, além de dirigentes de entidades sindicais do Rio Grande do Sul e do presidente do Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro, Marcio Ayer.

Durante o encontro, as lideranças sindicais destacaram a importância da aprovação do projeto, que estabelece a adoção da escala 5×2 e a redução da jornada semanal para 40 horas sem redução de salários. A proposta busca superar a histórica escala 6×1, realidade vivida por grande parte da categoria comerciária há quase um século.

Em sua manifestação, Guiomar Vidor chamou atenção para os impactos do atual modelo de jornada na saúde dos trabalhadores. Segundo ele, o crescimento dos casos de adoecimento mental é um sinal claro de que o país precisa avançar em direção a uma nova organização do trabalho.

De acordo com dados apresentados na reunião, mais de 546 mil trabalhadores foram afastados do trabalho em 2025 por transtornos mentais, um número que reforça a urgência de políticas que garantam melhores condições de vida e trabalho.

Vidor também destacou que estudos econômicos demonstram que a redução da jornada não representa prejuízo significativo para as empresas. Pelo contrário, a medida pode gerar mais de 2,5 milhões de empregos no país, com impacto estimado de apenas 1,04% no custo geral das empresas do comércio e da indústria.

“Estamos falando de uma mudança histórica, que vai garantir mais saúde, mais empregos e mais qualidade de vida. O trabalhador precisa ter direito a uma vida além do trabalho”, afirmou o presidente da FECOSUL.

Após ouvir os argumentos das entidades sindicais e da deputada Daiana Santos, autora do projeto, o deputado Max Lemos concordou com os fundamentos apresentados pelas representações dos trabalhadores e determinou a inclusão do projeto na pauta da próxima reunião da Comissão de Trabalho.

A votação está prevista para quarta-feira, 18 de março, às 9h, em sessão que contará com a presença do ministro do Trabalho, Luiz Marinho.

A FECOSUL e a CTB já confirmaram presença na reunião e devem mobilizar dirigentes sindicais para acompanhar a votação, considerada um passo decisivo na luta pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6×1 no Brasil.