A CTB critica a demora de Sartori em encaminhar o reajustaste do Mínimo Regional e, principalmente, o percentual anunciado pelo governo, de 1,81%, que pretende reajustar abaixo da inflação do ano, que ficou em 2,07%.

A CTB, junto com as demais centrais, já solicitou uma agenda com o presidente da ALERGS, deputado Marlon Santos, e com os líderes de bancada, para que possa ser garantido um reajuste de 4,5%, retomando, assim, o patamar do mínimo em 1,8 SM.

Buscaremos, ainda, a tentativa de um novo diálogo com o governo para que retifique sua proposta, tendo em vista a importância estratégica do Mínimo Regional, que beneficia, hoje, mais de 1,5 milhão de trabalhadores e trabalhadoras do Rio Grande do Sul, contribuindo para a distribuição de renda, o fomento do consumo local e a geração de empregos.

Guiomar Vidor
Presidente CTB e FECOSUL