Na manhã de hoje, aconteceu importante debate, via LIVE, entre as centrais sindicais e o Senador Paulo Paim. No encontro virtual, Guiomar Vidor, presidente da CTB-RS e Fecosul abordou os últimos acontecimentos políticos promovidos por um governo que patrocina a maior regressão civilizacional experimentada pelo nosso pais e por seu povo e que por estes motivos precisa ser expurgada.

Guiomar reafirmou a convicção de que não há contradição em defender a vida das pessoas e a economia, mesmo porque sem vida não há economia, conforme bem podemos observar neste período onde as pessoas estão afastadas do consumo em massa. "A defesa do isolamento social, de mais investimentos na saúde pública, mais médicos e profissionais, EPIs, testes em massa da COVID-19, Hospitais de Campanha, fiscalização dos órgão públicos, dentre outras medidas são o mínimo a se exigir neste momento", destacou.

Por outro lado, destacou o presidente da central, "defendemos a garantia do emprego, da renda aos mais vulneráveis e da atividade econômica, com mais incentivos públicos a pequena e média empresa, que mais sofre nesta crise".

O sindicalista ainda falou sobre a MP 936. "Na votação da MP 936, temos que exigir a participação dos sindicatos em toda e qualquer negociação laboral, aumentar o teto do auxilio do governo de 1,8 mil, para o teto do RGPs, 5,8 mil reais. Este deve ser usado como teto para isenção do IRRF neste ano de pandemia, para garantir mais renda e consumo. A ampliação dos prazos de pagamento do seguro desemprego também deve ser estendido até o final do ano ou no período critico da pandemia. Enfim, precisamos que o Governo federal e mesmo aqui no estado, invistam mais, o brasil investe hoje em torno de 3% do PIB, enquanto Argentina, Inglaterra, Alemanha investem mais de 20% de seu PIB", afirmou.

Por fim, Vidor destacou o principal obstáculo para o Brasil sair da crise - Bolsonaro. "Constatamos que Bolsonaro é o principal obstáculo à solução da crise sanitária, econômica, politica e institucional que no momento castiga toda nação brasileira. Neste contesto, FORA BOLSONARO, é uma palavra de ordem que deve ser ecoada por todos os recantos do Brasil", apontou.